quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A PLANTA QUE QUASE VIROU BICHO

Em setembro, em homenagem ao Dia da Árvore e à Chegada da Primavera, Teçaya preparou com carinho, a contação "A Planta que Quase Virou Bicho".
Duas das escolas que receberam a apresentação especial foram a "Construir" da Tijuca e a "Butterfly" de Vila Valqueire.

Eram dois aventureiros que descobrem um livro muito antigo, que traz a lenda da planta que quase se transformou em bicho. Muitos foram os que procuraram a planta, mas apenas estes dois estranhos personagens foram capazes de desvendar o mistério.

Após a contação, foi feita uma oficina de transplante de mudas de Mata Atlãntica, fazendo o link necessário entre a história contada e a realidade e aproximando as crianças da percepção da presença da vida em seres tão diferentes de nós.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

DIA DE PAIS NA ESPAÇO LIVRE

Neste sábado, dia 08, Teçaya apresentou o espetáculo "João, o Pai Esquisitão".
João era bem diferente dos pais convencionais. Ele faz lanches recheados de frutas e outras coisas "naturais" para seu filho Pedrinho, brinca de pião e pipa com ele e separa uma parte de seu tempo todo final de semana para fazer alguma coisa divertida.

As crianças grandes e pequenas adoraram o espetáculo, que acabou com o "momento He-man", onde os artistas fizeram uma homenagem aos pais em depoimentos.

Após a apresentação, a equipe distribuiu pipas para os pais acabarem de construir com seus filhos em casa e repartirem o vento de seus sonhos, esperanças e vidas.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

TEÇAYA 2015

Este é, nada mais nada menos, que o ano da Luz. Esta palavra que exprime inicialmente um elemento físico, também é metáfora para muitos conceitos fundamentais para quem trabalha com educação, sustentabilidade, anti-especismo e meio ambiente. Este é um ano para iluminarmos as consciências de muitas pessoas e espalharmos ideias e atitudes que contribuam para a mudança positiva e propositiva da sociedade. Vamos ver, então, como o projeto Teçaya iniciou sua caminhada em 2015 e o que está guardado logo adiante.

PROJETOS EM ESCOLAS

O Projeto Teçaya iniciou o ano realizando o Projeto Anual "Escola Viva" em três escolas e está em conversa adiantada com mais quatro escolas da Tijuca, Zona Norte e Zona Sul para implantação do projeto já a partir de março.
O Projeto mescla atividades artísticas, jogos folclóricos e lúdicos e conceitos ambientais para contribuir para a formação da consciência ecológica dos pequenos.

ECOTURISMO E TURISMO ECO-PEDAGÓGICO

Longe das trilhas durante todo o ano de 2014, este ano Teçaya está retornando para as verdes veredas de nossas florestas para dividir com todos nossas cachoeiras, matas, montanhas, grutas, histórias e inúmeras belezas naturais.
Mais uma vez estaremos intermediando a relação entre os caminhantes e nossa grande mãe natureza.

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ÁGUAS

No ano em que várias regiões do Brasil tomaram sustos com a falta d`água, Teçaya resolveu desengavetar alguns projetos e ideias relacionados ao tema. Estamos em conversas com pessoas e organizações que tem o mesmo interesse também.
Quem tiver ideias e vontade de contribuir é bem vindo. basta entrar em contato conosco.

 
NOVO ENDEREÇO DIGITAL

Já está quase pronta a nova casa do Projeto Teçaya na Internet. O novo site deverá estar na rede até junho.
O blog, no entanto, sofrerá algumas mudanças e continuará ativo para quem quiser acompanhar os últimos acontecimentos ou saber da programação das caminhadas e demais atividades.





MUITA LUZ A TODOS!!!!

domingo, 21 de junho de 2015

ANARRIÊ

O GRUPO TEÇAYA em ARRAIÁ ECOLÓGICO DA ESCOLA CONSTRUIR
A festa estava linda. Decoração feita pelas crianças e danças com mensagens responsáveis para que cuidemos melhor do nosso planeta.
Nada melhor do que aproveitar este momento tão forte da cultura do nosso país para transmitir coisas boas.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

DIA DO MEIO AMBIENTE

PEQUENA CRÔNICA DE 5 DE JUNHO
Mais uma vez comemoramos um Dia mundial do Meio Ambiente. Claro que é um dia de reflexão. De buscar a importância do lugar onde vivemos, de nossa casa. Momento de, novamente, reavaliar nossas atitudes, repensar e questionar, tentando reconstruir novas premissas para buscarmos melhores caminhos...
Mas, por que isso me dá a impressão de que esta data é tão parecida com o Natal, por exemplo? Quando, preenchidas de "espírito natalino" as pessoas dão o máximo para serem "boas". Também assemelha-se com o Dia das Mães, da Mulher, do Trabalho, do Índio e etcs. Pois estes são dias de todos os dias, como já cantava Djavan.
E é exatamente nestas comparações que nasce minha preocupação. Por parecer que é necessário um dia exclusivo para uma suposta reavaliação. Uma data que justifique a importância que ele tem para nós, para que semeemos de uma vez só todas as esperanças de mudança de anos e vidas inteiras. De muito mais tempo do que teríamos para dar, sentir ou perceber. E o rio continuará descendo para o mar, abarrotado das fezes que legamos.
Onde está a verdadeira falta de encaixe? Onde o discurso se transformou de tal maneira que não percebemos que meio, ambiente, lugar onde se mora e casa são absolutamente a mesma coisa? E como entrelaçar tudo novamente?
Parece que continuamos, como sociedade, como egrégora, a passar procurações para que os políticos, as empresas, as coordenações, alguém resolva como devem ser nossas relações com o meio em que vivemos. Nunca será verdadeiramente problema nosso também? Separar lixo, diminuir a duração do banho é pouco e é discurso cuspido pela mesma sociedade que te faz consumidor para te consumir. Daí não existe escapatória, a Oroborus continua comendo o próprio rabo, e não vou nem dizer de quem é.
Na verdade, o ambiente que precisa se transformar é o interno. Sabemos disso sabendo e sem saber. E isto, com certeza, se refletirá, primeiro individualmente, depois coletivamente, no mundo exterior. Um dia, cessaremos as mentiras e diremos a verdade a todos que amamos e aos outros que nos cercam. Um dia, compreenderemos os anseios, dúvidas, desejos, medos e necessidades dos outros pela ótica do que nos é importante. Um dia, seremos capazes de respeitar a vida em todas as suas formas, compreendendo que nada é exclusivo da humanidade, nem a inteligência, nem o sentido de família, nem a capacidade de sentir dor ou solidão. Um dia, a fome, o frio, a sede ou a dor dos outros nos será relevante a ponto de descruzarmos os braços e repartirmos, até por sabermos que é incabível o sentimento de posse se falta algo essencial para outro alguém. Um dia, respeitaremos todos os lugares em que vivemos, como sendo parte integrante destes, compreendendo que todos os lugares, juntos, são absolutamente o mesmo: nossa casa no cosmos.
Espero de esperança, pois se para uns esta é a última que morre, para outros ela é a substância da vida, do que nos faz prosseguir. e, se o papo parece zen, que seja, hippie, que seja. Não são rótulos que legitimam ou negam as verdades que buscamos.
Nestes dias, que chegarão, não precisarei escrever mais mensagens de 5 de junho, pois todos os dias serão Dias do Meio Ambiente. Ou de um Ambiente Inteiro.
Como realmente deveria ser.
Jean Marx

quarta-feira, 3 de junho de 2015

A DERRADEIRA HISTÓRIA DOS ARIRIS

Terminando o Ciclo dos Ariris, na Escola Espaço Livre, Teçaya apresentou a história em que a civilização deles, que parecia tão promissora, entrou em colapso e acabou. O último dos Ariris, no entanto, finalmente descobriu o segredo de como voar. É que os ariris se preocupavam tanto em alcançar os céus que não respeitaram o chão em que viviam, portanto não merecendo alcançar as alturas que tanto almejavam.

Este é um arquétipo de nossa própria sociedade. As crianças prometeram que, quando crescessem, não fariam as coisas do mesmo jeito que os Ariris e amariam e respeitariam a Terra onde vivem.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

GUARDIÕES DAS FLORESTAS

Um desejo de mudança para transformar olhares, uma viagem e uma história para contar, assim é Ninoca e seu amigo cacique.




Contação de Histórias bem especial para a galerinha da Escola Construir da Tijuca